domingo, 19 de maio de 2013

Com os problemas alheios podemos nós bem


O titulo deste post poderá parecer um tanto ou quando egoísta mas é o que a maioria das pessoas pensa. Vendo alguém com algum problema há sempre dois tipos de pessoas. O primeiro tipo é aquele que não se liga muito à conversa e aproveita a primeira oportunidade para sair devido à falta de paciência para alimentar a conversa. Depois há um segundo tipo de pessoas. Aquelas pessoas que não fazem nada por elas próprias mas que dão mil e um conselhos a quem os precisa. Sinceramente nunca percebi este segundo tipo de pessoas. Sim, acredito que seja mais fácil queixarmos-no e dar conselhos aos outros do que levantar a cabeça e enfrentar os nossos problemas.

Foi este segundo tipo de pessoas que me fez andar um pouco afastado socialmente nestes últimos dias desde o meu regresso da minha pequena viagem. Esta viagem de 3 dias fora despertaram em mim certas emoções e fizeram renascer certas lembranças que eu as julgava à muito esquecidas. Quando regressado da jornada dei por mim a percorrer o blog e a dar mais atenção ao que uma dada personagem ia escrevendo. A nostalgia instalou-se juntamente com incertezas e medos. Como se não bastasse este turbilhão de emoções momentâneas ainda comecei a ser bombardeado por curiosos intriguistas que nos espremem num interrogatório incansável às refeições e na primeira oportunidade que apanham. Dei por mim a afastar-me da rotina diária e a entreter-me de novo com as leituras.

A ver se é desta que acabo a Maorgadinha dos Canaviais de Júlio Dinis.

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