Ontem à noite, chegado a casa e já com alguma abundância de aguardente de medronho no estômago foi até à janela. Recordei-me, nem sei por que razão, de uns tipos de poemas que "dei" na primária. Uns em que a última palavra de um verso era a primeira palavra do verso seguinte, outros em que cada verso começava por um número, etc... Sinceramente não me lembro de como se chamava esses tipos de poemas e também não me dei ao trabalho de procurar pelo nome dos mesmos.
A certa altura dou por mim com uma folha de papel em cima da mesa e uma caneta na mão, a escrever uns versos do segundo tipo de poema que referi anteriormente. Ao mesmo tempo que ia escrevendo ia recordando algumas memórias campestres da minha infância de quando vivia no campo. À parte disso, o poema ao qual quando o escrevi até achei certa piada hoje voltei a lê-lo e achei um pouco sem nexo, mas mesmo assim resolvi pegar na máquina e tirar um foto ao poema para o postar aqui afim de o partilhar com vocês. Não está muito poético, mas foi até onde o meu fugaz estado de alegria e inspiração poética me levaram, naquele momento ébrio do meu dia
Sem comentários:
Enviar um comentário